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Brasil vota na ONU a favor de resolução que condena invasão da Ucrânia

  • Foto do escritor: Blog Nova Síntese
    Blog Nova Síntese
  • 25 de fev. de 2022
  • 2 min de leitura
Foto: reprodução
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25 de fevereiro de 2022 — O Brasil votou nesta sexta-feira a favor da resolução apresentada no Conselho de Segurança da ONU que condenava a invasão da Ucrânia pela Rússia.


A votação ocorreu um dia após o início da ofensiva militar ordenada pelo presidente russo, Vladimir Putin, que descreveu a ação como uma “operação militar especial”.


O projeto de resolução, apresentado pelos Estados Unidos e aliados, condenava a ação militar russa e exigia a retirada imediata das tropas do território ucraniano.



Como foi a votação

No total, 11 dos 15 membros do Conselho de Segurança votaram a favor da resolução, incluindo o Brasil, que naquele momento ocupava um assento rotativo no órgão.


No entanto, a resolução não foi aprovada porque a própria Rússia, membro permanente do conselho, utilizou seu poder de veto para bloquear a medida.


Outros países, como China, Índia e Emirados Árabes Unidos, optaram por se abster durante a votação.



Posição do Brasil

Durante a sessão, representantes brasileiros afirmaram que o país defende o respeito à soberania, à integridade territorial e à solução pacífica de conflitos, princípios que fazem parte da tradição diplomática brasileira.


O Brasil também destacou a necessidade de diálogo e negociações para interromper o conflito e evitar uma escalada ainda maior da crise internacional.


Especialistas em política internacional apontam que o posicionamento brasileiro busca equilibrar a condenação ao uso da força com a manutenção de canais diplomáticos entre os países envolvidos.



Crise internacional em expansão

A votação ocorre em meio à rápida deterioração da situação no leste europeu, após o início da ofensiva militar russa em território ucraniano.


Diversos países e organizações internacionais já anunciaram sanções econômicas contra Moscou, enquanto milhares de pessoas começam a deixar áreas afetadas pelos combates.


Analistas avaliam que a crise poderá ter impactos políticos, econômicos e humanitários em escala global, dependendo da duração e da intensidade do conflito.

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