Ministério da Saúde inclui crianças de 5 a 11 anos no plano de vacinação contra Covid-19
- Blog Nova Síntese
- 5 de jan. de 2022
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05 de janeiro de 2022
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (5) a inclusão de crianças entre 5 e 11 anos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid‑19. A decisão amplia a campanha de imunização no país e passa a contemplar também o público infantil.
A medida ocorre em meio ao aumento de casos da doença causada pelo vírus responsável pela COVID‑19 e acompanha recomendações de especialistas e autoridades sanitárias para ampliar a proteção da população.
Vacinação infantil
Segundo o ministério, a imunização das crianças será realizada com doses específicas aprovadas para essa faixa etária. A aplicação seguirá orientações de segurança e protocolos definidos por órgãos reguladores e especialistas em saúde pública.
A vacinação infantil já vinha sendo analisada por autoridades sanitárias após avaliações de eficácia e segurança conduzidas por entidades internacionais e nacionais.
A expectativa é que os estados e municípios iniciem a aplicação das doses assim que os lotes destinados ao público infantil forem distribuídos pelo governo federal.
Importância da proteção
Especialistas apontam que, embora crianças geralmente apresentem quadros mais leves da doença, elas também podem transmitir o vírus e, em alguns casos, desenvolver complicações.
A inclusão desse grupo no plano de vacinação busca ampliar a proteção coletiva e reduzir o risco de transmissão dentro das comunidades e nas escolas.
Além disso, a imunização pode contribuir para diminuir hospitalizações e casos graves entre o público infantil.
Continuidade da campanha
Desde o início da campanha de vacinação no Brasil, milhões de pessoas já receberam ao menos uma dose contra a COVID‑19.
A inclusão das crianças representa mais uma etapa da estratégia nacional de combate à pandemia, que também envolve a aplicação de doses de reforço em adultos e a continuidade das medidas de prevenção.
Autoridades de saúde reforçam que, além da vacinação, medidas como uso de máscaras em ambientes apropriados, higienização das mãos e acompanhamento médico em caso de sintomas continuam sendo importantes para reduzir a propagação da doença.


